Página institucional
Qualidade, Privacidade e Segurança
Esta página é mantida pela AMD para explicar, de forma transparente, como o Detector de Burla assegura o rigor das análises, protege os dados de quem o usa e defende a plataforma contra abuso. Descreve práticas actualmente em uso — não constitui certificação por entidade independente.
Análises
Qualidade e rigor dos resultados
Análise multi-sinal
Biblioteca de burlas dupla
Auto-gerada a partir de submissões — só é publicada com ≥5 IPs distintos, ≥3 relatos de risco "elevado/muito elevado", score médio ≥85 e novelty ≥0.65 (thresholds conservadores).
Enriquecida por fontes oficiais confiáveis — alertas da PJ, BdP, CNCS, CERT.PT, DGC, ASAE, CNPD, ANACOM, DECO e Cibercrime do MP entram automaticamente na biblioteca com nível de confiança "high".
Filtro temático
Revisão humana disponível
Retirada automática de indicadores obsoletos
Transparência da fonte
Modelos de IA multi-provider com fallback
Prompt hardening contra prompt injection
Cache de análises para inputs idênticos
Whitelist temática e blacklist de vocabulário (RSS)
Detecção e normalização de contactos
RGPD
Protecção de dados
Recolha minimizada
IPs nunca armazenados em claro
Retenção limitada com auto-purga
expires_at e são automaticamente anonimizadas pela função purge_expired_submissions — texto, URL, telefone e e-mail são apagados. O registo agregado (estatístico) fica; os dados pessoais desaparecem.Whitelist de entidades oficiais
Direito ao esquecimento
Sem tracking invasivo
Mascaramento de PII antes da análise
Mascaramento público de URLs e telefones
maskUrlPublic e maskPhonePublic), evitando reutilização directa por terceiros e preservando o carácter informativo.Banner de cookies com consentimento granular
Analytics próprios agregados
Sem envio de dados pessoais brutos a terceiros
Plataforma
Segurança
Defesa contra abuso nas submissões
Rate limiting adicional no edge
Cabeçalhos HTTP de segurança
Strict-Transport-Security (HSTS com preload), X-Content-Type-Options: nosniff,Referrer-Policy: strict-origin-when-cross-origin, uma Permissions-Policy restritiva e X-Frame-Options: DENY (protecção anti-clickjacking).Row-Level Security (RLS) em todas as tabelas públicas
Auditoria completa
admin_audit_log. Alterações "fora de banda" — feitas sem passar pelo backoffice — geram automaticamente um evento crítico em security_events.HTTPS + domínio próprio
Papéis via tabela dedicada
user_roles e são verificados pela função has_role declarada como SECURITY DEFINER. Impede escalada de privilégios via manipulação do perfil.Middleware de autenticação em server functions
requireSupabaseAuth, que valida o token do utilizador antes de qualquer lógica ser executada.Separação de clientes Supabase
Verificação HMAC em endpoints públicos
/api/public/* (webhooks, callbacks externos) exigem verificação de assinatura HMAC antes de qualquer processamento.Turnstile verificado do lado do servidor
Permissions-Policy restritiva
Permissions-Policy restringe explicitamente acesso a APIs sensíveis do browser (câmara, microfone, geolocalização, pagamentos, etc.) que a aplicação não usa.Zero segredos no bundle do cliente
VITE_* publicáveis. Nenhuma service key ou segredo de servidor é embebido.GRANT explícito em todas as tabelas públicas
GRANT por papel. Nada depende de privilégios por defeito do PostgreSQL.Security definer com search_path fixo
SECURITY DEFINER fixam explicitamente o search_path, prevenindo ataques de search_path hijacking.Transparência
Transparência operacional
Página pública de estado
Página de Qualidade, Privacidade e Segurança
Dados estruturados (JSON-LD) nas burlas
Article e BreadcrumbList — para permitir citação e verificação por motores de busca e agregadores.sitemap.xml, robots.txt e llms.txt
sitemap.xml (indexação), robots.txt (política para crawlers) e llms.txt (política explícita para modelos de linguagem).Scan de segurança automatizado
security-memory.md — documento vivo
security-memory.md co-mantido com o scanner, que regista o modelo de acesso, o que nunca deve acontecer e riscos conscientemente aceites.Nota: O Detector de Burla é uma ferramenta informativa e pedagógica. Não substitui denúncia formal às autoridades competentes (PJ, Ministério Público) nem constitui aconselhamento jurídico, técnico ou regulatório.